segunda-feira, 4 de junho de 2012

E A VIDA CONTINUA

Em Agosto de 2012, o público verá nos cinemas brasileiros uma história fascinante.
E a vida continua...

Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”,
de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.

Sinopse:

A transposição deste romance para a tela põe em destaque o que a obra original tem de mais expressivo em seu conteúdo. Converte a essência de cada trecho literário em cenas vivas, instigantes, de interesse humano inquestionável.
Levado por uma dessas tantas "coincidências" da vida, um homem de cinqüenta anos conhece, em circunstâncias dramáticas, uma jovem de vinte e cinco. Fugitivo de si mesmo, sobrevivente de uma tragédia pessoal que o tempo ensinou a esconder num bem-humorado sorriso, no mesmo instante se encanta por essa moça, que além da frustrada paixão pelo marido infiel nenhuma razão mais possui para  continuar vivendo.

Como náufragos à deriva, Ernesto e Evelina juntam forças e esperanças. Mas não só amores e desamores passados os tornam semelhantes. A questão da saúde comprometida pela mesma enfermidade grave, outra "coincidência", lança expectativas sombrias no futuro dos dois. Como investir numa tão promissora amizade que pode acabar sem glória e sem despedida no centro cirúrgico de um hospital? Instala-se a dúvida. E nos poucos dias que os separam de seus destinos curiosamente parecidos, o homem e a mulher que o "acaso" trouxe para um encontro preparam suas almas apostando na Vida mas com um olho na Morte.

No último minuto de proximidade na estância de repouso preparatório para as cirurgias, dizer o quê? Adeus? Até breve?

Na falta de resposta o silêncio foi melhor. Um sorriso e uma mão acenando disseram mais.

Como no Teatro, fechava-se a cortina ao final do Primeiro Ato. O Segundo seria num outro palco, numa nova dimensão, para uma outra platéia. Entenderiam os protagonistas, agora, que a Vida é uma peça de muitos Atos, porém sem fim.

E a Vida Continua...
Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”,
de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Necessário e Dispensável



consumismo atual responde por muitos problemas.

As indústrias do supérfluo apresentam no mercado da vacuidade um sem-número de produtos desnecessários, que aturdem os indivíduos.

Estimulados pela propaganda bem elaborada, desejam comprar, mesmo sem poder, o que veem, o que lhes é apresentado, numa volúpia crescente.

Objetos e máquinas que são o último modelo, em pouco tempo passam para o penúltimo lugar, até ficarem esquecidos em armários ou depósitos de coisas sem valor.

No entanto, se não fossem adquiridos, naquela ocasião, a vida perderia o sentido para quem os não comprasse.

Consumismo é fantasia, transferência do necessário para o secundário.

O consumidor que não reflete antes de adquirir, termina consumido pelas dívidas que o atormentam.
*
Muita gente faz compras, por mecanismos de evasão.

Insatisfeitas consigo mesmas, fogem adquirindo coisas mortas, e mais se perturbando.

Enquanto grande número de indivíduos se afogam no oceano do supérfluo, multidões inteiras não possuem o indispensável para uma vida digna.

Abarrotados, uns, com coisas nenhumas, e outros vitimados por terrível escassez.

São os paradoxos do século e do comportamento materialista-utilitarista da atualidade.
*
Confere a necessidade legítima, antes de te permitires o consumismo.

Coisas de fora não equacionam estados íntimos. Distraem a tensão por um momento, sem que operem real modificação interior.

Quando o excesso te visite, reparte-o com a escassez ao teu lado.

Controla e dirige a tua vontade, a fim de não seres uma vítima a mais do tormento consumista.

Joanna de Ângelis

FRANCO, Divaldo Pereira. "Episódios Diários". Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 1.ed. Salvador, BA: LEAL 1985. Cap. 25.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

IRRITAÇÃO - SEUS PREJUÍZOS E CONSEQUENCIAS





Enquanto no clima da serenidade, consideremos que a irritação não é recurso de auxílio, sejam quais sejam as circunstâncias.


O primeiro prejuízo que a intemperança mental nos impõe é aquele de afastar-nos a confiança dos outros.

A cólera é sempre sinal de doença ou de fraqueza
.
As manifestações de violência podem estabelecer o regime do medo, ao redor de nós, mas não mudam o íntimo das pessoas.

Sempre que nos encolerizamos, complicamos os problemas que nos preocupam, ao invés de resolvê-los.

O azedume que venhamos a exteriorizar é, invariavelmente, a causa de numerosas perturbações para os entes queridos que pretendemos ajudar ou defender.

Caindo em fúria, adiamos comumente o apoio mais substancial daqueles companheiros que se propõem a prestar-nos auxílio.

A cólera é quase sempre a tomada de ligação para tramas obsessivas, das quais não nos será fácil a liberação precisa.

A aspereza no trato pessoal cria ressentimento, e o ressentimento é sempre fator de enfermidade e desequilíbrio.


Em qualquer assunto de apaziguamento e aprendizado, trabalho e influência, aquisição ou simpatia, irritar-se contra alguém ou contra alguma cousa será sempre o recesso inevitável de perder.

EMMANUEL   (clique sobre o nome para saber um pouco sobre Emmanuel)


Página recebida pelo Médium FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER, extraída do livro "Encontro de Paz"

terça-feira, 24 de abril de 2012

ABORTO DOS ANENCÉFALOS
















Joanna de Ângelis trasmite mensagem através de Divaldo
 durante a decisão do Supremo a sobre a descriminalização do aborto de
 fetos anencéfalos, Confira...

(Clique sobre o nome e conheça um pouco da história de Joanna de Ângelis  )

 Nada no Universo ocorre como fenômeno caótico, resultado de alguma
 desordem que nele predomine. O que parece casual, destrutivo, é sempre
 efeito de uma programação transcendente, que objetiva a ordem, a
 harmonia.

 De igual maneira, nos destinos humanos sempre vige a Lei de Causa e
 Efeito, como responsável legítima por todas as ocorrências, por mais
 diversificadas apresentem-se.

 O Espírito progride através das experiências que lhe facultam
 desenvolver o conhecimento intelectual enquanto lapida as impurezas
 morais primitivas, transformando-as em emoções relevantes e
 libertadoras.

 Agindo sob o impacto das tendências que nele jazem, fruto que são de
 vivências anteriores, elabora, inconscientemente, o programa a que se
 deve submeter na sucessão do tempo futuro.

 Harmonia emocional, equilíbrio mental, saúde orgânica ou o seu inverso,
 em forma de transtornos de vária denominação, fazem-se ocorrência
 natural dessa elaborada e transata proposta evolutiva.

 Todos experimentam, inevitavelmente, as consequências dos seus
 pensamentos, que são responsáveis pelas suas manifestações verbais e
 realizações exteriores.

 Sentindo, intimamente, a presença de Deus, a convivência social e as
 imposições educacionais, criam condicionamentos que, infelizmente, em
 incontáveis indivíduos dão lugar às dúvidas atrozes em torno da sua
 origem espiritual, da sua imortalidade.

 Mesmo quando se vincula a alguma doutrina religiosa, com as exceções
 compreensíveis, o comportamento moral permanece materialista,
 utilitarista, atado às paixões defluentes do egotismo.

 Não fosse assim, e decerto, muitos benefícios adviriam da convicção
 espiritual, que sempre define as condutas saudáveis, por constituírem
 motivos de elevação, defluentes do dever e da razão.

 Na falta desse equilíbrio, adota-se atitude de rebeldia, quando não se
 encontra satisfeito com a sucessão dos acontecimentos tidos como
 frustrantes, perturbadores, infelizes...

 Desequipado de conteúdos superiores que proporcionam a autoconfiança, o
 otimismo, a esperança, essa revolta, estimulada pelo primarismo que
 ainda jaz no ser, trabalhando em favor do egoísmo, sempre transfere a
 responsabilidade dos sofrimentos, dos insucessos momentâneos aos
 outros, às circunstâncias ditas aziagas, que consideram injustas e,
 dominados pelo desespero fogem através de mecanismos derrotistas e
 infelizes que mais o degrada, entre os quais o nefando suicídio.

 Na imensa gama de instrumentos utilizados para o autocídio, o que é
 praticado por armas de fogo ou mediante quedas espetaculares de
 edifícios, de abismos, desarticula o cérebro físico e praticamente o
 aniquila...

 Não ficariam aí, porém, os danos perpetrados, alcançando os delicados
 tecidos do corpo perispiritual, que se encarregará de compor os futuros
 aparelhos materiais para o prosseguimento da jornada de evolução.

 É inevitável o renascimento daquele que assim buscou a extinção da
 vida, portando degenerescências físicas e mentais, particularmente a
 anencefalia.

 Muitos desses assim considerados, no entanto, não são totalmente
 destituídos do órgão cerebral.

 Há, desse modo, anencéfalos e anencéfalos.

 Expressivo número de anencéfalos preserva o cérebro primitivo ou
 reptiliano, o diencéfalo e as raízes do núcleo neural que se vincula ao
 sistema nervoso central…

 Necessitam viver no corpo, mesmo que a fatalidade da morte após o
 renascimento, reconduza-os ao mundo espiritual.

 Interromper-lhes o desenvolvimento no útero materno é crime hediondo em
 relação à vida. Têm vida sim, embora em padrões diferentes dos
 considerados normais pelo conhecimento genético atual...

 Não se tratam de coisas conduzidas interiormente pela mulher, mas de
 filhos, que não puderam concluir a formação orgânica total, pois que
 são resultado da concepção, da união do espermatozoide com o óvulo.

 Faltou na gestante o ácido fólico, que se tornou responsável pela
 ocorrência terrível.

 Sucede, porém, que a genitora igualmente não é vítima de injustiça
 divina ou da espúria Lei do Acaso, pois que foi corresponsável pelo
 suicídio daquele Espírito que agora a busca para juntos conseguirem o
 inadiável processo de reparação do crime, de recuperação da paz e do
 equilíbrio antes destruído.

 Quando as legislações desvairam e descriminam o aborto do anencéfalo,
 facilitando a sua aplicação, a sociedade caminha, a passos largos, para
 a legitimação de todas as formas cruéis de   abortamento.

 ...E quando a humanidade mata o feto, prepara-se para outros hediondos
 crimes que a cultura, a ética e a civilização já deveriam haver
 eliminado no vasto processo de crescimento intelecto-moral.

 Todos os recentes governos ditatoriais e arbitrários iniciaram as suas
 dominações extravagantes e terríveis, tornando o aborto legal e
 culminando, na sucessão do tempo, com os campos de extermínio de vidas
 sob o açodar dos mórbidos preconceitos de raça, de etnia, de religião,
 de política, de sociedade...

 A morbidez atinge, desse modo, o clímax, quando a vida é desvalorizada
 e o ser humano torna-se descartável.

 As loucuras eugênicas, em busca de seres humanos perfeitos, respondem
 por crueldades inimagináveis, desde as crianças que eram assassinadas
 quando nasciam com qualquer tipo de imperfeição, não servindo para as
 guerras, na cultura espartana, como as que ainda são atiradas aos rios,
 por portarem deficiências, para morrer por afogamento, em algumas
 tribos primitivas.

 Qual, porém, a diferença entre a atitude da civilização grega e o
 primarismo selvagem desses clãs e a moderna conduta em relação ao
 anencéfalo?

 O processo de evolução, no entanto, é inevitável, e os criminosos
 legais de hoje, recomeçarão, no futuro, em novas experiências
 reencarnacionistas, sofrendo a frieza do comportamento, aprendendo
 através do sofrimento a respeitar a vida…

 Compadece-te e ama o filhinho que se encontra no teu ventre,
 suplicando-te sem palavras a oportunidade de redimir-se.

 Considera que se ele houvesse nascido bem formado e normal,
 apresentando depois algum problema de idiotia, de hebefrenia, de
 degenerescência, perdendo as funções intelectivas, motoras ou de outra
 natureza, como acontece amiúde, se também o matarias?

 Se exercitares o aborto do anencéfalo hoje, amanhã pedirás também a
 eliminação legal do filhinho limitado, poupando-te o sofrimento como se
 alega no caso da anencefalia.

 Aprende a viver dignamente agora, para que o teu seja um amanhã de
 bênçãos e de felicidade.

Joanna de Ângelis
 
 (Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco , na reunião
 mediúnica da noite de 11 de abril de 2012, quando o Supremo Tribunal de
 Justiça, estudava a questão do aborto do anencéfalo, no Centro Espírita
 Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

DONATIVO DA ALMA



Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.” — Jesus (Mateus, 5:7)
A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacífico.” — Cap. X, 4

Reflete nas provações alheias e auxilia incessantemente.

Louvado para sempre o trabalho honesto com que te dispões a minorar as dificuldades dos semelhantes, ensinando-lhes a encontrar a felicidade, através do esforço digno.

Bendita a moeda que deixas escorregar nas mãos fatigadas que se constrangem a implorar o socorro público.

Inesquecível a operação da beneficência, com a qual te desfazes de recursos diversos para que não haja penúria na vizinhança.

Abençoado o dia de serviço gratuito que prestas no amparo aos companheiros menos felizes.

Enaltecido o devotamento que empregas na instrução aos viajores do mundo, que ainda se debatem nos labirintos da ignorância.

Glorificado o conselho fraterno com que te decides a mostrar o melhor caminho.
Santo o remédio com que alivias a dor.

Inolvidáveis todos os investimentos que realizes no Instituto Universal da Providência Divina, quando entregas a benefício dos outros o concurso financeiro, a página educativa, a peça de roupa, o litro de leite, o cobertor agasalhante, o momento de consolo, o gesto de solidarie-dade, o prato de pão.

Não se pode esquecer que Jesus consignou por crédito sublime da alma, no Reino de Deus, o simples copo de água que se dê no mundo em seu nome.

Entretanto, mil vezes bem-aventurada seja cada hora de tua paciência diante daqueles que não te compreendam ou te esqueçam, te firam ou te achincalhem, porque a paciência, invariavelmente feita de bondade e silêncio, abnegação e esquecimento do mal, é donativo essencialmente da alma, bênção da fonte divina do amor, que jorra nas nascentes do sacrifício, seja formada no suor da humildade ou no pranto oculto do coração.
(OS GIFOS SÃO NOSSOS)
Emmanuel
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido, Livro da Esperança (pelo
Espírito Emmanuel), cap. 25, 20ª Edição, Editora CEU, Uberaba,MG

Publicado na edição de Abril de 2012 de O BOLETIM- Informativo do Centro Espírita Bezerr de Menezes