sexta-feira, 16 de junho de 2006

ADVERSIDADES

Muitas vezes encontramos nossas dificuldades, no dia a dia, e acabamos por achar que são espinhos nos nossos caminhos. Espinhos ferem. As adversidades não nos devem ferir, mas para percebermos que aquele não é o caminho certo.
As adversidades servem para nos deixar alertas e, como reagir diante delas é o resultado da vigilância que todo cristão deve perseguir.
Não aceitem as adversidades como solução de futuro promissor, mas como alavanca para sua direção ao Reino de Deus.

Hellen Schubert

sexta-feira, 9 de junho de 2006

PACIÊNCIA

A paciência é a grande arma dos humildes.
Não falamos da paciência generalizada que permite aos opressores a subordinação completa.
Mas a paciência para saber esperar e entender a vontade do Pai.
A paciência, quando exercida pelo amor, sempre trará bons frutos para aquele que a pratica.

Irmã Dulce

segunda-feira, 5 de junho de 2006

CARIDADE

Muitas vezes pensamos que não temos condições de ajudar aos nossos semelhantes.
Acreditamos que na maioria das vezes a ajuda deve ser de origem material e não dispomos do necessário para satisfazer a necessidade de quem precisa.
Não devemos nos iludir, pois muitas vezes o que menos importa é a ajuda material.
A oração é a mais sublime forma de aplicar a caridade. Cada vez que oramos com fervor em favor de um irmão, os mensageiros Divinos intercedem pelos nossos irmãos necessitados, trazendo-lhes consolação, alívio para suas dores, coragem para resolver seus problemas, serenidade.
Não deixemos, pois, de construirmos um ambiente salutar para os necessitados.

Um irmão

sexta-feira, 2 de junho de 2006

SUBMISSÃO

É difícil para o ser humano distinguir entre a subserviência e a submissão.
São opostas estas qualidades.
Para sabermos se estamos na direção certa, basta identificarmos através da forma como encaramos as dificuldades.
A submissão, virtude sublime, consiste em aceitarmos com amor e alegria as dificuldades pelas quais passamos, para vencermos nossos obstáculos.
Eis aí a diferença: o amor.
Se a aceitação não for plena de amor é definida como subserviência, ou seja, aceitar por comodismo ou falta de coragem para reagirmos.
O amor reside em tudo que vem do Alto.

Um Irmão

sábado, 20 de maio de 2006

DETERMINAÇÃO

Deus é a inteligência suprema. O princípio de todas as coisas.
Cada um de nós tem em nossa essência a Centelha Divina. A luz divina à sua semelhança. Nossa essência, portanto, é também divina.
A luz interior que temos necessita ser espargida em todas as direções. Quer para as pessoas ou coisas em nossa volta.
Imagine um espelho quebrado, onde cada fragmento também tem o poder de refletir luz e calor. Assim somos nós.
Muitas vezes nossa luz se encontra fragmentada em razão de nossas dificuldades e as vicissitudes por que passamos.
É importante, no entanto, termos a responsabilidade de transformarmos esta Centelha Divina em esperança, amor, caridade, confiança e humildade para que nossa luz possa, de fato, refletir a Luz Divina para nosso raio de ação.
A força e a coragem, que também fazem parte da energia de nosso ser, precisa ser colocada para fora, para ser misturada e ampliada através do fluido cósmico universal.
Persevere. Siga em frente com determinação.

Um Irmão
Para Cláudia G.

sexta-feira, 19 de maio de 2006

VIGILÂNCIA

Tão importante quanto a oração é a vigilância. Não olvides sobre esta necessidade.
Vigiando seus atos e pensamentos, mantendo-os ligados à alta espiritualidade, conseguiremos realizar nossas tarefas com a dignidade que Deus espera de nós.
A vigilância deve iniciar de forma lenta e gradual, em todas as nossas atitudes, para que possamos usar de caridade e humildade em nossa vida.
Deus nos chama ao trabalho. Comecemos por nós mesmos.

Hellen Schubert

sexta-feira, 7 de abril de 2006

DE VOLTA À CASA DO PAI

Como filhos queridos e afastados, provisoriamente, da casa de nosso Pai, como estaríamos, hoje, nos organizando para uma visita?

Será que estaríamos preparados, adequadamente, para lá chegarmos?

Estaríamos limpos?

Estaríamos levando alguns presentes, pela ausência temporária?

Estaríamos levando, na bagagem, o resultado de nossos trabalhos e estudos, para que nosso Pai se sentisse orgulhoso de nós?

Busquemos, a partir de agora, preparar nossa mala de viagem de retorno ao Pai, sabendo que nada de material caberia nela. Somente levando o que de bom pudemos fazer.

Um Irmão