Uma mulher vai a um consultório médico e relata seu problema:
'Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério.
Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente.
Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.
E então o médico perguntou:
- Muito bem. E o quê a senhora quer que eu faça?
A mulher, já esperançosa, respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor.
O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse a mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
E então ele completou:
- Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.
Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.
A mulher apavorou-se e disse:
- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno.
O CRIME É EXATAMENTE O MESMO...
MOVIMENTO NACIONAL EM DEFESA DA VIDA
BRASIL SEM ABORTO
Matéria enviada por Fernanda Caldas
quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
NOSSA PARCELA

Talvez não percebas. Entretanto, cada dia, acrescentas algo de ti ao campo da vida.
As áreas dos deveres que assumiste são aquelas em que deixas a tua marca, obrigatoriamente, mas possuis distritos outros de trabalho e de tempo, nos quais o Senhor te permite agir livremente, de modo a impregná-los com os sinais de tua passagem.
Examina por ti mesmo as situações com que te defrontas, hora a hora. Por todos os flancos, solicitações e exigências. Tarefas, compromissos, contatos, reportagens, acontecimentos, comentários, informações e boatos. Queiras ou não queiras, a tua parcela de influência conta na soma geral das decisões e realizações da comunidade, porque em matéria de manifestação, até mesmo o teu silêncio vale.
Não nos referimos a isso para que te ergas, cada manhã, em posição de alarme. Anotamos o assunto para que as circunstâncias, sejam elas quais forem, nos encontrem de alma aberta ao patrocínio e à expansão do bem.
Acostumemo-nos a servir e abençoar sem esforço, tanto quanto nos apropriamos do ar, respirando mecanicamente. Compreender por hábito e auxiliar aos outros sem idéia de sacrifício.
Aprendemos e ensinamos caridade em todos os temas da necessidade humana. Façamos dela o pão espiritual da vida.
Acreditemos ou não, tudo o que sentimos, pensamos, dizemos ou realizamos nos define a contribuição diária no montante de forças e possibilidades felizes ou menos felizes da existência. Meditemos nisso. Reflitamos na parcela de influência e de ação que impomos à vida, na pessoa dos semelhantes, porque de tudo o que dermos à vida, a vida também nos trará.
Pelo espírito de Emmanuel
Da obra “Mãos Unidas”
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
sábado, 11 de abril de 2009
ATRITOS
"Ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso. É nos relacionamentos que nos transformamos. Somos transformados através dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nacente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos. Sem eles a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato. Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa. Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes.
Pessoas que no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado. Outras, sem dúvidas, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisam ser desbastadas.
Faz parte....
Reveses momentâneos servem para o crescimento. A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise. Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheias de excessos.
Os seres de grande valor percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais da sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores......
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor.....
Pois, Deus fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com um diamante bruto, constituido de muitos elementos, mas, essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade, a de amar.....
Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através de relacionamentos,
ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins. Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que aprender a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e..... os superando. Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento....
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado."
Roberto Crema
Simples, mas profundo, preciso. É nos relacionamentos que nos transformamos. Somos transformados através dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nacente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos. Sem eles a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato. Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa. Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes.
Pessoas que no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado. Outras, sem dúvidas, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisam ser desbastadas.
Faz parte....
Reveses momentâneos servem para o crescimento. A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise. Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheias de excessos.
Os seres de grande valor percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais da sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores......
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor.....
Pois, Deus fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com um diamante bruto, constituido de muitos elementos, mas, essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade, a de amar.....
Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através de relacionamentos,
ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins. Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que aprender a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e..... os superando. Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento....
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado."
Roberto Crema
sexta-feira, 10 de abril de 2009
POPULAÇÃO DO BRASIL EM 2050 ULTRAPASSARÁ 250 MILHÕES
Crescimento demográfico - A miséria e desnutrição - Controle da natalidade
Um estudo do Fundo da Organização das Nações Unidas para a População, divulgado na primeira quinzena de novembro de 2008, revela que até a metade deste século o Brasil deverá ter 254,1 milhões de habitantes. O estudo mostra ainda que o país encerrou o ano de 2008 com 194,2 milhões de pessoas, o que o colocará na quinta posição entre os maiores do mundo em termos demográficos.
Porém, com tudo isso, o Brasil ainda está longe de chegar ao topo da lista, encabeçada hoje por China, Índia, Estados Unidos e Indonésia. Aliás, o primeiro lugar deverá ser ocupado pela Índia, que passará do atual 1,1 bilhão para 1,6 bilhão, ultrapassando a China. De acordo com o mesmo estudo, até 2050 o mundo passará dos atuais 6,74 bilhões de pessoas para 9,19 bilhões. As informações foram divulgadas na Internet pelo “Jornal do Commercio”, de Recife, na reportagem “Brasil terá população de 254,1 milhões em 2050”.
De um lado, um contingente populacional vivendo em plena miséria, amargando a fome e as doenças decorrentes da desnutrição. Do outro, nações esbanjando conforto e riqueza, onde o necessário para viver é ultrapassado pelo supérfluo em conseqüência da onda avassaladora do consumismo. Em síntese, este é o problema do crescimento demográfico, indissociável da distribuição planetária da riqueza. O conflito se estabelece porque vemos nos países pobres o aumento da miséria, da fome e das epidemias associado ao seu crescimento populacional, enquanto os países ricos são responsabilizados por muitos males que ameaçam o futuro do nosso planeta, como a destruição das florestas, da camada de ozônio e da biodiversidade.
A nosso ver, a magna questão está na busca de soluções e políticas que promovam o desenvolvimento humano e o esclarecimento às populações, famílias e indivíduos, face à responsabilidade da reprodução. No entanto, o que não pode haver é o controle do crescimento demográfico que venha a ferir as liberdades individuais.
A Doutrina Espírita não prega a procriação descontrolada ou o sofrimento como meta, mas evidencia os compromissos que o espírito assume ao encarnar, entre eles o de proporcionar a encarnação de outros seres humanos para a perpetuação da espécie.
Os que advogam o controle da natalidade utilizando a prática do aborto, em razão do aumento demográfico, baseiam-se na tese defendida em 1798 pelo inglês Thomas Malthus, ao escrever “Um Ensaio sobre o Princípio da População”. Malthus preconizou que as populações desapareceriam se não se impusesse um controle à sua multiplicação. Segundo ele, a produção dos recursos essenciais à sobrevivência do homem cresce em uma progressão aritmética, ao passo que o aumento populacional segue o ritmo de uma
progressão geométrica.
A espécie humana, no entanto, usando a inteligência de que é dotada, vem criando formas de produção necessárias à sua manutenção no orbe terrestre.
Entretanto, elas esbarram em um obstáculo difícil de ser superado: o consumo das riquezas do planeta aliado à saturação de detritos, a uma velocidade que poderá ser insustentável em virtude do crescimento populacional já existente, como podemos constatar nos dados a seguir.
A população mundial estimada até 1500, que era de 500 milhões de habitantes, já em 1961 alcançava a casa dos três bilhões. No dia 13 de agosto de 1987, isto é, 26 anos depois, o mundo comemorou a casa dos cinco bilhões. Hoje se estima a cifra de 6,5 bilhões. Jacques Vallin, em sua obra “La Población Mondial”¹ enfatiza que, embora seja conseguida a estabilização do crescimento populacional, mesmo na forma mais otimista, ou seja, a de dez bilhões de pessoas no ano de 2050, o maior desafio da
humanidade não será quantos nós seremos no futuro próximo, mas sim como haveremos de fazer para vivermos com tanta gente demandando alimento, roupa, calçado, transporte, moradia, assistência médica, etc...
Diante desse quadro, é compreensível que as autoridades de cada nação estejam cada vez mais preocupadas com o estabelecimento do equilíbrio entre a produção e o consumo, com o objetivo de evitar o caos social. Contudo, muitas delas não se detêm no aspecto moral para a solução do controle da natalidade. Neste sentido, a preocupação dos Espíritas é justa, com relação às políticas governamentais que favorecem o aborto e outras medidas antinaturais.
A Doutrina Espírita só endossa a prática do aborto quando não há outro meio de salvar a vida da gestante, e rejeita-o nos casos de estupro, bem como por razões econômicas ou de má formação dos fetos, inclusive os anencéfalos. Essa posição contra o aborto é alicerçada na sua filosofia espiritualista e reencarnacionista, ao considerar que a vida já começa desde a concepção, e que sua interrupção se constitui num crime, por
impedir a volta do espírito reencarnante a Terra, a fim de passar pelas provas necessárias ao seu progresso espiritual.
Bibliografia: ¹VALLIN, Jacques. La Población Mondial. Madrid: Alianza Editorial, 1995. 129 p.
Gerson Simões Monteiro
Presidente da FUNTARSO
E-mail: gerson@radioriodejaneiro.am.br
-------------
A matéria acima foi divulgada pela Assessoria de Comunicação, através do Sr. Marcos Leite, e é dirigida ao meio Espírita Brasileiro e Internacional, para ciência e reflexão.
Rádio Rio de Janeiro (1400 AM / www.radioriodejaneiro.am.br)
Assessoria de Comunicação - Ao Meio Espírita Brasileiro e Internacional
Contato com a Assessoria de Comunicação da Rádio Rio de Janeiro:
Tel. / Fax: (21) 3386-1400 – E-mail: assimprensa@radioriodejaneiro.am.br
Um estudo do Fundo da Organização das Nações Unidas para a População, divulgado na primeira quinzena de novembro de 2008, revela que até a metade deste século o Brasil deverá ter 254,1 milhões de habitantes. O estudo mostra ainda que o país encerrou o ano de 2008 com 194,2 milhões de pessoas, o que o colocará na quinta posição entre os maiores do mundo em termos demográficos.
Porém, com tudo isso, o Brasil ainda está longe de chegar ao topo da lista, encabeçada hoje por China, Índia, Estados Unidos e Indonésia. Aliás, o primeiro lugar deverá ser ocupado pela Índia, que passará do atual 1,1 bilhão para 1,6 bilhão, ultrapassando a China. De acordo com o mesmo estudo, até 2050 o mundo passará dos atuais 6,74 bilhões de pessoas para 9,19 bilhões. As informações foram divulgadas na Internet pelo “Jornal do Commercio”, de Recife, na reportagem “Brasil terá população de 254,1 milhões em 2050”.
De um lado, um contingente populacional vivendo em plena miséria, amargando a fome e as doenças decorrentes da desnutrição. Do outro, nações esbanjando conforto e riqueza, onde o necessário para viver é ultrapassado pelo supérfluo em conseqüência da onda avassaladora do consumismo. Em síntese, este é o problema do crescimento demográfico, indissociável da distribuição planetária da riqueza. O conflito se estabelece porque vemos nos países pobres o aumento da miséria, da fome e das epidemias associado ao seu crescimento populacional, enquanto os países ricos são responsabilizados por muitos males que ameaçam o futuro do nosso planeta, como a destruição das florestas, da camada de ozônio e da biodiversidade.
A nosso ver, a magna questão está na busca de soluções e políticas que promovam o desenvolvimento humano e o esclarecimento às populações, famílias e indivíduos, face à responsabilidade da reprodução. No entanto, o que não pode haver é o controle do crescimento demográfico que venha a ferir as liberdades individuais.
A Doutrina Espírita não prega a procriação descontrolada ou o sofrimento como meta, mas evidencia os compromissos que o espírito assume ao encarnar, entre eles o de proporcionar a encarnação de outros seres humanos para a perpetuação da espécie.
Os que advogam o controle da natalidade utilizando a prática do aborto, em razão do aumento demográfico, baseiam-se na tese defendida em 1798 pelo inglês Thomas Malthus, ao escrever “Um Ensaio sobre o Princípio da População”. Malthus preconizou que as populações desapareceriam se não se impusesse um controle à sua multiplicação. Segundo ele, a produção dos recursos essenciais à sobrevivência do homem cresce em uma progressão aritmética, ao passo que o aumento populacional segue o ritmo de uma
progressão geométrica.
A espécie humana, no entanto, usando a inteligência de que é dotada, vem criando formas de produção necessárias à sua manutenção no orbe terrestre.
Entretanto, elas esbarram em um obstáculo difícil de ser superado: o consumo das riquezas do planeta aliado à saturação de detritos, a uma velocidade que poderá ser insustentável em virtude do crescimento populacional já existente, como podemos constatar nos dados a seguir.
A população mundial estimada até 1500, que era de 500 milhões de habitantes, já em 1961 alcançava a casa dos três bilhões. No dia 13 de agosto de 1987, isto é, 26 anos depois, o mundo comemorou a casa dos cinco bilhões. Hoje se estima a cifra de 6,5 bilhões. Jacques Vallin, em sua obra “La Población Mondial”¹ enfatiza que, embora seja conseguida a estabilização do crescimento populacional, mesmo na forma mais otimista, ou seja, a de dez bilhões de pessoas no ano de 2050, o maior desafio da
humanidade não será quantos nós seremos no futuro próximo, mas sim como haveremos de fazer para vivermos com tanta gente demandando alimento, roupa, calçado, transporte, moradia, assistência médica, etc...
Diante desse quadro, é compreensível que as autoridades de cada nação estejam cada vez mais preocupadas com o estabelecimento do equilíbrio entre a produção e o consumo, com o objetivo de evitar o caos social. Contudo, muitas delas não se detêm no aspecto moral para a solução do controle da natalidade. Neste sentido, a preocupação dos Espíritas é justa, com relação às políticas governamentais que favorecem o aborto e outras medidas antinaturais.
A Doutrina Espírita só endossa a prática do aborto quando não há outro meio de salvar a vida da gestante, e rejeita-o nos casos de estupro, bem como por razões econômicas ou de má formação dos fetos, inclusive os anencéfalos. Essa posição contra o aborto é alicerçada na sua filosofia espiritualista e reencarnacionista, ao considerar que a vida já começa desde a concepção, e que sua interrupção se constitui num crime, por
impedir a volta do espírito reencarnante a Terra, a fim de passar pelas provas necessárias ao seu progresso espiritual.
Bibliografia: ¹VALLIN, Jacques. La Población Mondial. Madrid: Alianza Editorial, 1995. 129 p.
Gerson Simões Monteiro
Presidente da FUNTARSO
E-mail: gerson@radioriodejaneiro.am.br
-------------
A matéria acima foi divulgada pela Assessoria de Comunicação, através do Sr. Marcos Leite, e é dirigida ao meio Espírita Brasileiro e Internacional, para ciência e reflexão.
Rádio Rio de Janeiro (1400 AM / www.radioriodejaneiro.am.br)
Assessoria de Comunicação - Ao Meio Espírita Brasileiro e Internacional
Contato com a Assessoria de Comunicação da Rádio Rio de Janeiro:
Tel. / Fax: (21) 3386-1400 – E-mail: assimprensa@radioriodejaneiro.am.br
segunda-feira, 6 de abril de 2009
ABRIL
2 Adriana
5 Gustavo - Quido
8 Patrícia
9 Lisandra - neta da Fernanda
16 Euclydes José
18 D.Neri
Que a Luz do Mestre Jesus ilumine a todos, conduzindo-lhes ao caminho do amor cristão e à evolução pessoal.
5 Gustavo - Quido
8 Patrícia
9 Lisandra - neta da Fernanda
16 Euclydes José
18 D.Neri
Que a Luz do Mestre Jesus ilumine a todos, conduzindo-lhes ao caminho do amor cristão e à evolução pessoal.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
PRESENTES DIVINOS
Queridos Irmãos,
Escutem o canto doce e suave dos pássaros;
Acompanhem os caminhos que as águas percorrem em busca do grande encontro com o mar;
Observem o verde dos pastos gotejados pelo orvalho da noite;
Aproveitem o calor e a luz do astro rei;
Sintam a brisa suave que toca seus rostos.
Tudo isso é prova do amor de Deus por suas criaturas. Nos mínimos detalhes dos quais cuidou para os agradar e para prover suas necessidades.
Entretanto, tão pouco vocês apreciam esses presentes!
Preferem, muitas vezes, reclamar do que não os agrada.
Trabalhem, irmãos, para que a harmonia do Universo seja mantida.
Trabalhem, diariamente, para a manutenção do amor entre todas as criaturas.
Prossigam trabalhando; cultivando a flor com que Deus os presenteou.
Ajudem a todos aqueles que ainda não se harmonizaram com o amor, pois somente o amor será capaz de transformar a mais vil criatura; somente o amor será capaz de manter o equilíbrio do Universo.
Doce será sua recompensa quando perceberem a infinita perfeição, que lhes foi dada a cada instante da sua permanência na Terra.
Trabalhem, irmãos, incessantemente, pela Paz, pelo Bem e pelo Amor.
Que Deus esteja com vocês.
Um Irmão
Escutem o canto doce e suave dos pássaros;
Acompanhem os caminhos que as águas percorrem em busca do grande encontro com o mar;
Observem o verde dos pastos gotejados pelo orvalho da noite;
Aproveitem o calor e a luz do astro rei;
Sintam a brisa suave que toca seus rostos.
Tudo isso é prova do amor de Deus por suas criaturas. Nos mínimos detalhes dos quais cuidou para os agradar e para prover suas necessidades.
Entretanto, tão pouco vocês apreciam esses presentes!
Preferem, muitas vezes, reclamar do que não os agrada.
Trabalhem, irmãos, para que a harmonia do Universo seja mantida.
Trabalhem, diariamente, para a manutenção do amor entre todas as criaturas.
Prossigam trabalhando; cultivando a flor com que Deus os presenteou.
Ajudem a todos aqueles que ainda não se harmonizaram com o amor, pois somente o amor será capaz de transformar a mais vil criatura; somente o amor será capaz de manter o equilíbrio do Universo.
Doce será sua recompensa quando perceberem a infinita perfeição, que lhes foi dada a cada instante da sua permanência na Terra.
Trabalhem, irmãos, incessantemente, pela Paz, pelo Bem e pelo Amor.
Que Deus esteja com vocês.
Um Irmão
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