sábado, 19 de setembro de 2009

MAIS UM POUCO





Quando estiveres à beira da explosão na cólera, cala-te mais um pouco e o silêncio nos poupará enormes desgostos.


Quando fores tentado a examinar as consciências alheias, guarda os princípios do respeito e da fraternidade mais um pouco e a benevolência nos livrará de muitas complicações.


Quando o desânimo impuser a paralisação de tuas forças na tarefa a que foste chamado, prossegue agindo no dever que te cabe, exercitando a resistência mais um pouco e a obra realizada ser-nos-á bênção de luz.


Quando a revolta espicaçar-te o coração, usa a humildade e o entendimento mais um pouco e não sofreremos o remorso de haver ferido corações que devemos proteger e considerar.


Quando a lição oferecer dificuldades à tua mente, compelindo-te à desistência do progresso individual, aplica-te ao problema ou ao ensinamento mais um pouco e a solução será clara resposta à nossa expectativa.


Quando a idéia de repouso sugerir o adiamento da obra que te cabe fazer, persiste com a disciplina mais um pouco e o dever bem cumprido ser-nos-á alegria perene.


Quando o trabalho te parecer monótono e inexpressivo, guarda fidelidade aos compromissos assumidos mais um pouco e o estímulo voltará ao nosso campo de ação.


Quando a enfermidade do corpo trouxer pensamentos de inatividade, procurando imobilizar-te os braços e o coração, persevera com Jesus mais um pouco e prossegue auxiliando aos outros, agindo e servindo como puderes, porque o Divino Médico jamais nos recebe as rogativas em vão.


Em qualquer dificuldade ou impedimento, não te esqueças de usar um pouco mais de paciência, amor, renúncia e boa vontade, em favor de teu próprio bem-estar.


O segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte do aprender, imaginar, esperar e fazer mais um pouco.


Xavier, Francisco Candido. Da obra: Apostilas da Vida.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
5a edição. Araras, SP: IDE, 1993.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

VIDA PLENA



A energia divina dá origem à vida em toda parte e domina-me.
Indefinível, o ato de viver e pensar, sentir e amar, alcança o clímax no ser humano.
Essa energia poderosa em mim induz-me à captação de novos recursos para o crescimento e a auto-realização.
Escolho a opção da felicidade.
Não cederei ao marasmo, às injunções  perturbantes a que me acostumei.
Sou vida em desdobramento.
Reergo-me e adquiro novos padrões de pensamento, de ação, para tornar-me pleno.
Joanna de Ângelis   
FRANCO, Divaldo P. Momentos de Saúde . Salvador, BA: LEAL, 2001. p. 89

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

LANÇAMENTO DVD-BOOK "NOSSO LAR" PELA TVCEI




Em 04 de Outubro de 2009 a TVCEI lança seu primeiro DVD book “ Nosso Lar”. Uma produção que tem como base o livro psicografado por Chico Xavier de autoria do espírito André Luiz. “Nosso Lar” é o nome da Colônia Espiritual que André Luiz nos apresenta em seu primeiro livro, nos transmitindo suas observações e descobertas sobre a vida no mundo espiritual, atuando como um repórter que registra suas próprias experiências.



Assista o trailer abaixo











Com aproximadamente 45 minutos, o DVD “Nosso Lar” revela-nos um mundo palpitante, pleno de vida e atividades, organizado de forma exemplar, onde espíritos procedentes da Terra passam por estágio de recuperação e educação espiritual supervisionado por espíritos superiores.


Os esclarecedores conteúdos doutrinários deste DVD, nos alertam sobre o que nos aguarda após a morte, quando abandonamos o corpo carnal, com uma narrativa feita pelo orador espírita Geraldo Campetti, contendo diversas ilustrações e animações gráficas.


Adquira este DVD agora mesmo clicando aqui


Fonte: http://blogtvcei.blogspot.com/

ACIDENTES




Reflitamos nisto:
se tiveres humildade e calma, 
num instante de crise, 
guarda a certeza
de que conseguirás 
evitar longo tempo 
de remorso e pesar.


Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caminhos.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
2a edição. Jabaquara, SP: CEU, 1981.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

OS EMBRIÕES CONGELADOS TEM ALMA?



Há espíritos ligados aos embriões congelados? Em caso afirmativo, podemos eliminá-los? Qual é o momento em que se dá a união da alma com o corpo?
Procuremos a resposta a estas perguntas nos livros da codificação Espírita e na coletânea de André Luiz, psicografada por Chico Xavier.
Em primeiro lugar, vejamos o que disseram os Espíritos instrutores no séc.XIX, quanto ao momento em que a alma se une ao corpo: “A união começa na concepção (…)” – Resposta à perg. 334, do livro dos Espíritos.
É importante realçarmos este dado: a união do Espírito com o corpo dá-se na fertilização ou concepção, que é a união do gâmeta masculino (espermatozóide) com o feminino (óvulo).
A mesma informação é-nos fornecida pelo médico desencarnado André Luiz, no cap.13 do livro Missionários da luz. Ele explica que depois das células masculinas e femininas de Adelino e Raquel se terem juntado formando uma única, o instrutor Espiritual Alexandre “ajustou sobre aquele microscópio globo de luz impregnado de vida, a forma reduzida de Segismundo (o reencarnante) que interpenetrava o organismo perispiritual de Raquel (a mãe), e observei que essa vida latente começava a mover-se”.
Esta é a descrição dos primeiros instantes da existência terrena do reencarnante Segismundo.
Como a lei Divina é sempre a mesma em qualquer parte, é natural que as leis biológicas também o sejam, de maneira que é fácil concluir que a reencarnação obedece aos mesmos princípios, quer seja uma gravidez normal ou obtida através da reprodução assistida, na qual se emprega uma tecnologia médica avançada, com grande manipulação dos gâmetas e do ovo ou zigoto.
O instrutor Clarêncio ( Entre a terra e o céu) esclarece que “todo e qualquer agregação de matéria, obedece aos impulsos do espírito”, o que significa que, sem haver um reencarnante, não há uma formação fetal valida e, em consequência, uma vida orgânica assegurada.
Vejamos agora mais um excerto da já citada resposta à pergunta 344: “Desde o momento da concepção, o espírito designado para habitar determinado corpo, liga-se a ele através dum laço fluídico que se vai apertando cada vez mais até ao momento em que a criança vê a luz”
No cap. XI do seu livro A Génese, Allan Kardec também dá esta explicação, mas com mais pormenores:” Quando o Espírito tem de encarnar num corpo humano em formação, um laço fluídico – que não é senão uma extensão do seu perispírito – liga-o ao gérmen, que, desde o momento da concepção, o vai atrair por meio duma força invisível.
Esta “força irresistível” é explicada pelo instrutor Clarêncio no livro de André Luiz Entre a terra e o céu: “ Na reencarnação, basta o magnetismo dos pais, aliado ao grande desejo daquele que volta ao campo das formas físicas”.
Assim, aprendemos que a questão do renascer está ligada à “sintonia magnética”, e que esta não depende das leis físicas clássicas expressas nas leis de Newton, mas sim que está relacionada com a comunicação não local proposta pelo Teorema de Bell e que foi experimentalmente provada por Alain Aspect e pela sua equipa.
O espírito reencarnante une-se magneticamente ao óvulo e ao espermatozóide por uma questão de afinidade espiritual e não interessa se estes gâmetas estão nos laboratórios ou nos lares, no fundo dos oceanos ou na atmosfera, a quilômetros de distância da superfície, porque quando está em causa este gênero de sintonia, o local não interessa.
A esta informação, vamos juntar outras que estão no Livro dos Espíritos: nas perguntas 355 e 356, os instrutores dizem que nem todos os embriões têm Espírito ligados. Portanto, é fácil concluir que os embriões congelados podem ter ou não laços perispirituais (fluídicos) a si ligados, dependendo da sintonia magnética entre encarnados e desencarnados.
Mas isso não quer dizer de maneira nenhuma que o espírito vai ficar “congelado” ou então perder a liberdade de movimentação, visto que se trata de uma união, através dum tênue laço fluídico, ou seja, uma promessa, uma atração.
E como se pode saber se há ou não ligação? Neste momento, ainda não temos tecnologia para tal.
Estamos em crer que as experiências cientificas de do inglês Dr.Harold de Saxton- Burr (com os seus “life fields”), e as do brasileiro Dr. Hernâni Guimarães de Andrade (com o seu “campo biomagnético) podiam ser aplicadas nestes casos, e que iam contribuir muito para um sucesso maior das clínicas de reprodução assistida, porque se ia trabalhar muito mais com o fato “probabilidade”.
E a questão da eliminação dos embriões e da sua manipulação em geral, e das células tronco em particular?
Estas questões fazem parte do tema bioética e Espiritismo e é preciso que os médicos espíritas nelas se debrucem mais, procurando as posições que lhe forem próprias, mas sem se esquecerem do princípio básico que deve reger a nossa conduta em qualquer altura: O Amor universal.


Dra. Marlene Nobre


Fonte: http://vida-depois-vida.blogspot.com/2009/09/os-embrioes-congelados-tem-alma.html

EVOLUÇÃO E HEREDITARIEDADE


Evolução e hereditariedade

Em dia com o Espiritismo

Marta Antunes Moura
Para os conhecidos filósofos Hebert Spencer (1820-1903) e Henri Bergson (1859-1941), evolução é processo de desenvolvimento progressivo, biológico e espiritual da Natureza, no qual os seres vivos e os inanimados se aperfeiçoam.
Para a Biologia, significa a ocorrência de variação e adaptação das populações dos seres, assim como o surgimento de novas espécies a partir de outra preexistente.
A teoria da evolução especifica que todas as espécies vegetais e animais, inclusive o homem, existem em função de mudanças ocorridas nas características hereditárias das gerações anteriores.
Sintonizado com essa linha de ideias, Kardec conclui a respeito da evolução dos animais: “Compreende-se então que os animais de organização complexa não sejam mais do que uma transformação ou, em outras palavras, um desenvolvimento gradual [...] da espécie imediatamente inferior [...]”.1
Nos tempos modernos, os cientistas preferem utilizar as expressões macroevolução e microevolução, do que evolução, simplesmente.
Macroevolução ou Teoria Geral da Evolução – também conhecida como “darwinismo”, teoria evolutiva popularizada por Charles Darwin (1809-1882), no século XIX –, indica mudanças genéticas que ocorrem em larga escala, durante um longo período de tempo.
Segundo a teoria, todas as formas de vida atuais se  desenvolveram durante milhares de anos a partir de um ancestral comum. O Espírito André Luiz acrescenta: “O corpo terreno é também um patrimônio herdado há milênios e que a Humanidade vem aperfei çoando, através dos séculos”.2
Em outro momento, André Luiz destaca que o processo evolutivo é bem mais amplo do que se supõe, inicialmente: [...] o corpo espiritual que modela o corpo físico e o corpo físico que representa o corpo espiritual constituem a obra de séculos numerosos, pacientemente elaborada em duas esferas diferentes da vida, a se retomarem no berço e no túmulo com a orientação dos Instrutores Divinos que supervisionam a evolução terrestre. [...] Propomo-nos [...] salientar que a lei da evolução prevalece para todos os seres do Universo, tanto quanto os princípios cosmocinéticos, que determinam o equilíbrio dos astros, são, na origem, os mesmos que regulam a vida orgânica, na estrutura e movimento dos átomos.
O veículo do Espírito, além do sepulcro, no plano extrafísico ou quando reconstituído no berço, é a soma de experiências infinitamente repetidas, avançando vagarosamente da obscuridade para a luz. Nele, situamos a individualidade espiritual, que se vale das vidas menores para afirmar-se, das vidas menores que lhe prestam serviço, dela recolhendo preciosa cooperação para  crescerem a seu turno, conforme os inelutáveis objetivos do progresso.3
A Microevolução, ou Teoria Especial da Evolução, descreve mudanças menores, limitadas, dentro de uma mesma espécie ou tipo, vegetal ou animal. É o que se percebe nos cães, por exemplo, cujas diferentes características distinguem uma raça da outra.
As plantas medicinais fornecem maiores evidências da microevolução porque, nelas, o princípio de cura é uma especialização. Há plantas medicinais indicadas para um único tipo de enfermidade, outras são prescritas para diferentes doenças. E mais: há vegetais em que se utiliza a casca como medicamento específico, em quanto outras partes, da mesma planta (flores, folhas ou raízes), servem a outros fins terapêuticos.
No livro Nosso Lar há o relato de cura fitoterápica adequadamente utilizada por uma benfeitora: Narcisa manipulou, em poucos instantes, certa substância com as emanações do eucalipto e da mangueira e, durante a noite, aplicamos o remédio ao enfermo, através da respiração comum e da absorção pelos poros.4 Independentemente de como se manifesta o processo evolutivo, um fato é incontestável: a espécie deve estar totalmente adaptada ao meio ambiente.
Em essência, este é o mecanismo biológico que permite aos cactos sobreviverem no deserto; ao flamingo rosa mergulhar a cabeça no lodo para alimentar-se; ao beija-flor ter bicos alongados para coletar o néctar das flores tubulosas etc. A hereditariedade é mecanismo biológico intimamente relacionado à evolução.
Trata-se de processo de transmissão de caracteres genéticos de uma geração para outra.
No homem, as células reprodutoras transferem esses caracteres durante a fecundação, definindo, assim, o conjunto de genes que cada indivíduo terá em uma reencarnação.
Os genes (ou marcadores genéticos) são unidades de informação que ocupam locais específicos no cromossomo da célula. Cromossomo (ou cromossoma), por sua vez, é uma longa sequência da molécula de DNA (em inglês: deoxyribonucleic acid) ou ADN (em português, ácido desoxirribonucleico) que realiza funções especializadas nas células de todos os seres vivos.
Para a Ciência, os cromossomos e o DNA são estruturas exclusivamente físicas, ainda que a última seja simbolicamente denominada “código da vida”. A orientação espírita, porém, é mais completa, quando diz: Os cromossomas, estruturados em grânulos infinitesimais de natureza  fisiopsicossomática, partilham do corpo físico pelo núcleo da célula em que se mantêm e  do corpo espiritual pelo citoplasma em que se implantam.5 (Grifo nosso.)
Cada gene fornece um único tipo de informação (cor dos olhos, grupo sanguíneo, cabelo liso ou encaracolado etc.) que é transmitida aos descendentes, segundo as leis da hereditariedade. A soma dessas informações constitui o  genótipo individual, que é único em cada pessoa. É preciso destacar, contudo, que o automatismo biológico relacionado à formação do genótipo é desencadeado pela mente do reencarnante, de acordo com o nível evolutivo em que o Espírito se encontra, como assinala Clarêncio, ministro da colônia espiritual Nosso Lar: “[...] No círculo de matéria densa, sofre a alma encarnada os efeitos da herança recolhida dos pais, entretanto, na essência, a lei da herança funciona invariavelmente do indivíduo para ele mesmo.[...]”6
Complementa esta informação o Benfeitor Alexandre, destacada personagem descrita no livro Missionários da Luz: [...] O organismo dos nascituros, em sua expressão mais densa, provém dos pais, que lhes entretêm a vida [...] todavia, em semelhante  imperativo das leis divinas para o serviço de reprodução das formas, não devemos ver a subversão dos princípios de liberdade espiritual, imanente na ordem da Criação Infinita. Por isso mesmo, a criatura terrena herda tendências e não qualidades. As primeiras cercam o homem que renasce, desde os primeiros dias de luta, não só em seu corpo transitório,mas também no ambiente geral a que foi chamado a viver, aprimorando-se; as segundas resultam do labor individual da alma encarnada, na defesa, educação e aperfeiçoamento de si mesma nos círculos benditos da experiência. [...]7
Nessas condições, o genótipo de uma pessoa é sempre o mesmo, da fecundação à desencarnação. Entretanto, a sua expressão ou visualização biológica, conhecida como fenótipo, sofre influências do meio ambiente. Por definição, fenótipo é o conjunto das características físicas, morfológicas e fisiológicas visíveis em um organismo, humano, animal, vegetal ou microbiano. Enquanto as informações genéticas são sempre as mesmas, as características fenotípicas modificam-se. Por exemplo: se uma pessoa com gene para pele branca é submetida a contínuas exposições solares ficará com a pele escurecida, uma vez que a produção do pigmento melanina foi ativada.
Sendo assim, o genótipo dessa pessoa será sempre o mesmo: pele clara. O que altera é apenas o seu fenótipo, o que é visível e perceptível. Em suma, os caracteres genéticos hereditários estão submetidos à evolução geral das espécies, e à do Espírito, em particular. Clarêncio resume, em poucas palavras, o processo evolução–hereditariedade do ser humano: – O psicossoma ou  o perispírito da definição espírita não é idêntico de maneira absoluta em todos nós, assim como, na realidade, não existem dois corpos físicos totalmente iguais. Cada criatura vive num carro celular diferente, apesar das peças semelhantes, impostas pelas leis das formas. [...] Detemos tão-somente o que seja exclusivamente nosso ou aquilo que buscamos. Renascemos na Terra, junto daqueles que se afinam com o nosso modo de ser.[...] – A hereditariedade é dirigida por princípios de natureza espiritual. Se os filhos encontram os pais de que precisam, os pais recebem da vida os filhos que procuram.
   
1 KARDEC, Allan. A gênese. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro:
FEB, 2009. Cap. 10, item 25, p. 256.
2 XAVIER, Francisco C. Missionários da luz.
Pelo Espírito André Luiz. 43. ed. 1. reimp.
Rio de Janeiro: FEB, 2009. Cap. 13, p. 280.
3 XAVIER, Francisco C.; VIEIRA, Waldo. Evolução em dois mundos.
Pelo Espírito André Luiz. 25. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro:
FEB, 2009. P. 1, cap. 4, item Evolução e princípios cosmocinéticos, p. 48.
4 XAVIER, Francisco C. Nosso lar. Pelo Espírito André Luiz. 60. ed. 1. reimp.
Rio de Janeiro: FEB, 2008. Cap. 50, p. 333.
5 XAVIER, Francisco C.; VIEIRA, Waldo. 
Evolução em dois mundos.
Op cit., P. 1, cap. 6, item Concentrações fluídico-magnéticas, p. 62.
6 XAVIER, Francisco C. Entre a terra e o céu. Pelo Espírito André Luiz. 25. ed. 1. reimp.
Rio de Janeiro: FEB, 2008. Cap. 12, p. 98-99. 7 
XAVIER, Francisco C. 
Missionários da luz. Op. cit., p. 277.
7XAVIER, Francisco C. Missionários da luz. Op. cit., p. 277.

Colaboração: Renato Marcenal

EM TORNO DA PROFISSÃO


A sua profissão é privilégio e aprendizado.

Se você puser amor naquilo que faz, para fazer os outros felizes, a sua profissão, em qualquer parte, será sempre um rio de bênçãos.
O seu cliente, em qualquer situação, é semelhante a árvore que produz, em seu favor, respondendo sempre na pauta do tratamento que recebe.
Toda tarefa corretamente exercida é degrau de promoção.
Em tudo aquilo que você faça, na atividade que o Senhor lhe haja concedido, você está colocando o seu retrato espiritual.
Se você busca melhorar-se, melhorando o seu trabalho, guarde a certeza de que o trabalho lhe dará vida melhor.
O essencial em seu êxito não é tanto aquilo que você distribui e sim a maneira pela qual você se decide servir.
Ninguém procura ninguém para adquirir condenação ou azedume.
Sempre que alguém se queixe de alguém, está criando empeços na própria estrada para o sucesso.
Toda pessoa que serve além do dever, encontrou o caminho para a verdadeira felicidade.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Sinal Verde.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
49a edição. Uberaba-MG: CEC, 2001.